Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 05/04/2019

Promulgada pela ONU em 1984, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a um padrão de vida capaz de assegurar para si  e sua família saúde e o bem-estar social. No entanto, a escassez de água no Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, faz-se evidente não só as ações antrópicas, como como também o desperdício da água no setor industrial. Sendo assim, urge a necessidade de enfrentar esses desafios.

Em primeiro lugar, deve-se entender que o abastecimento hídrico depende de todas as etapas do ciclo da água, uma delas é a condensação que ocorre nas áreas florestas. Por isso, por meio da ação antrópica, observa-se que entre agosto de 2017 e julho de 2018, o sistema registrou aumento no desmatamento da Amazônia de 13,7%, segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA). Isso, provoca um desiquilíbrio nos índices de pluviosidade, o que prejudica várias regiões do Brasil, seja na parte agrícola, quanto no abastecimento de água para o consumo próprio.

Outrossim, o desperdício de água pelas industrias e indivíduos é um grande problema que perpetua no Brasil. Além disso, com as revoluções industrias, o desenvolvimento foi colocado em destaque e o desperdício de recursos naturais, como a água, foi neglicenciado pelo governo. Tendo em vista isso, o Brasil, que possui reservas abundantes esta sofrendo com a falta de água potável. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para que as gerações futuras tenham os mesmo recursos.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, cabe ao Governo através do Ministério do Meio Ambiente fiscalizar as industrias, afim de garantir que a água utilizada seja devidamente tratada. Ademais, é crucial que o Ministério da Educação, por intermédio dos professores, ministrar  palestras nas universidade e escolas, sobre a importância de prevenir a escassez de água e evitar o desperdício.