Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 16/04/2019

A lei das águas do Brasil, criada em 1997, tem como princípio fundamental garantir a todos os brasileiros o acesso à água. Entretanto, a efetivação desse direito ainda não se fez completamente presente. Diante dessa perspectiva, deve-se avaliar como uma distribuição deficiente e o não reaproveitamento de água geram efeitos negativos à nação.

Em primeiro plano, desperdício gerado pelas redes de abastecimento hídrico evidencia a negligência. Nesse viés, pesquisas mostram que 40% do recurso são perdidos por conta de vazamentos e fraudes. A esse respeito, atenua-se a crise da água, o que afeta diretamente As populações menos favorecidas, que são obrigadas a utilizarem de meios insalubres para satisfazerem as necessidades básicas e que causam várias doenças e infecções. Desse modo, não é razoável a permanência dessa estrutura falha e tão prejudicial ao povo brasileiro.

Outro ponto relevante nessa temática é a falta de reutilização do solvente universal. Nesse sentido, dados revelam que 72% da vazão consumida no país são destinadas à agricultura e 7% para uso Industrial. Com isso, o desacordo entre a falta da recuperação da água e a grande demanda por ela, por conta do contexto, acaba gerando um aumento do preço dos alimentos, a queda na produção e no PIB. Todavia, enquanto não houver mudanças nas ações todo país será prejudicado.

Torna-se evidente, portanto, medidas para que o bem mais importante a vida seja disponível a todos. Em razão disso, as companhias de distribuição de água devem fiscalizar e dar manutenções em suas malhas, a fim de evitar a perda do recurso. Ademais, o Governo deve investir em infraestruturas que servem para tratar os esgotos podendo ser reutilizado mais tarde na agricultura, mas também com auxílio da mídia divulgando a importância de economizar água. Somente assim, haverá um equilíbrio entre o desenvolvimento humano e o elemento Vital.