Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 16/04/2019
A água nos três estados físicos da matéria sólido, líquido e gasoso é primordial para a sobrevivência da população. Bem como, o degelo no Ártico está prejudicial no habitat e alimentação dos ursos polares, semelhante a permanência da humanidade depende dos mananciais. Porém, o aquecimento global e a destruição da vegetação são os principais fatores da escassez de água.
Por outro lado, a queima do combustíveis fosseis e o aumento de carros nas ruas agrega ao meio ambiente gases do efeito estufa, visto que as altas concentrações de carbono, metano e nitrogênio diminuo o processo de evaporação, transpiração e precipitação responsável pela chuva. Desse modo, ao diminuir a pluviosidade no ecossistema resulta em secas prolongadas com altas temperaturas e redução do nível das represas. O que ocorreu no reservatório do sistema Cantareira em São Paulo em 2015, que estava com apenas 10% da capacidade do volume, o que afetou a população com a ausência de água nas torneiras.
Além disso, a desflorestação pelos latifundiários para investir na agropecuária diminui a absorção da chuva pelo solo, e por seguinte reduz a produção das nascentes e o nível dos rios, pois as árvores retém a umidade na terra. Desse forma, fica claro o Nordeste ter o solo semi árida, rachados, e córregos secos, dado que 45% da caatinga foi desmatada até 2010, o que aumentou a aridez do local, segundo dados da pesquisa Nacional Espacial de 2015.
Portanto, é necessário que medidas sejam realizadas, que as industrias instale filtros de gases nas chaminés para reter o gases e os resíduos poluentes deve ser tratados e destinados para aterros sanitários, e proprietários de veículos devem realizar manutenções periódicas para avaliar filtros e se possível a deslocamento prefira uso de bicicletas e caminhadas, ademais o governo coibir o desmatamento da vegetação, por meio de vistoria regular e aplicação de multas para infratores ambientais e exigir a reflorestação nas margens e nascentes dos rios.