Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 23/04/2019

Alerta à população sobre a escassez de água

A biosfera, como explica a biologia, é a camada da Terra que representa o habitat dos seres vivos. Dentro dela, encontra-se a hidrosfera que compõe as águas continentais e oceânicas, importantes à manutenção da vida no planeta. Entretanto, a escassez desse líquido tem afetado o homem contemporâneo com impactos na vida social e econômica.

As sociedades desde tempos remotos, como dos antigos povos egípcios, buscavam desenvolver-se nas proximidades de rios para usufruírem de suas águas como no rio Nilo, no exemplo citado. A dependência da substância continua na atualidade e a busca pela sua purificação é constante. A modernidade, ademais, trouxe o uso exacerbado dos recursos naturais e, consequentemente, a poluição das águas. Nesse contexto, há nos dias de hoje escassez da mesma. Os impactos, pois, são alarmantes, visto que, o ser humano a consome diariamente seja para beber ou para a agricultura, como dois exemplos simples e não únicos.

Paralelamente ao exposto, há ainda que se destacar a importância econômica da água. Quanto mais industrizado é o páis, maior é o seu consumo de recursos naturais, conforme exposto em relatório da ONU ( Organização das Nações Unidas). Dessa maneira, enquanto que um canadense pode chegar a consumir 600 litros por dia, um africano da região mais pobre do continente consome apenas 20 litros, de acordo com a organização citada. Significa também, portanto, um fator de desigualdade social.

O impacto causado pela escassez de água, logo, é indubitável. O consumo acelerado e as diferentes camadas sociais são afetadas, seja na industrialização ou no dia a dia da população. É preciso uma campanha governamental em todo o mundo. A ONU como organismo mundial deve criar equipes em cada país em conjunto de seus governantes. Realizar, também, treinamentos a cada representante para conscientizar à população da nação de origem sobre o uso adequado do fluído e alertar para a possível falta do recurso em todos os locais. Geólogos, estudiosos da hidrosfera e como o meio urbano a afeta, devem ser designados líderes do projeto. Dessa maneira, por conseguinte, conseguirá atingir todo o planeta à cerca do problema por meio de conhecimento e divulgação de dados. Pode-se,além disso, mostrar às pessoas áreas do semi-árido que já sofrem com a falta de água e países em que os banhos têm seu tempo controlado, conforme é feito na Austrália devido à escassez de rios. Em decorrência disso, a sociedade será alertada sobre os impactos que já acontecem e poderão, então, diminuir o consumo e garantir a manutenção do líquido para as gerações futuras.