Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 30/04/2019
Hannah Arendt, em sua obra “Banalidade do Mal”, evidencia que os indivíduos realizam ações imagináveis, sem questionar, fazendo com que o “mal” passe imperceptível. Nesse contexto, a autora aparenta profetizar a questão da escassez de água no século XXI, visto que os impactos muitas vezes passam despercebidos pelo seres humanos. De fato, convêm analisar a poluição dos recursos hídricos, em consonância com que frequentemente uma parcela significativa da população faz péssimo uso da mesma.
Primordialmente, no agronegócio, à agropecuária continua sendo a grande contaminadora dos lenções freáticos, haja vista que o desmatamento para rotação de culturas, além de aos poucos o solo ficar infértil, ocorro o processo de lixiviação que transporta agrotóxicos para os reservatórios de água subterrâneos, devido a falta de proteção do solo. Conforme uma pesquisa preconizada pelo, Agência Brasil, no centro-oeste, cerrado, estão concentradas as nascentes mais importantes do pais, esse já se encontra com 50% do bioma devastado. Logo, o efeito da ausência da vegetação para proteger o solo ocorre a diminuição da vazão dos rios, desaparecimento de nascentes e escassez de água no abastecimento urbano.
Ademias, é valido salientar que a ganância, o uso irresponsável dos recursos, o consumo exagerado de bens matérias, a produção constante de lixo diariamente, afeta desde a qualidade de vida, auxiliando no elevado efeito estuda, o fator que afeta diretamente o ciclo da água e gera ondas de calor e extrema seca. De acordo com a revista Época, de 2011 a 2016, o nordeste reduziu cada vez mais índice de chuva, a mais longa já registrada na região, deixando claro sobre as mudanças climáticas causadas pelo homem. Diante do exposto, torna-se notável que a mudança de temperatura média da terra é o suficiente para que os recursos hídricos diminuam.
Deve-se constatar, portanto, que medidas são necessárias para retroceder o quadro da escassez de água no Brasil . Para isso, o Ministério da Educação e Cultura deve promover palestras, campanhas de engajamento, capacitar professores para debater e influenciar, desde a educação básica, sobre o uso adequado, consumo, preservação do meio ambiente, reciclagem, proteção e recuperação, por meio desse junto com antevisão da sociedade promover um Brasil sustentável, melhorando a sobrevivência humana.