Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 30/04/2019

Desde o mundo antigo, a água já era tida como elemento essencial para a sobrevivência. Como exemplo disso, tem-se a famosa frase de Heródoto: “o Egito é uma dádiva do Nilo”. Entretanto, nos dias atuais, é notável a escassez desse recurso, assim como seus impactos, principalmente nos países pobres.

Historicamente, é válido afirmar que o surgimento da sociedade egípcia só aconteceu devido ao mesmo povo ter se formado ao redor do rio Nilo. Assim, como ocorria as chamadas cheias, nas quais o rio alagava, o solo tornava-se fértil, o que era propenso para a agricultura, principal atividade dos egípcios. Logo, é perceptível a importância da água na formação e sobrevivência das populações, já que sem ela, a vida não seria possível.

Contudo, a água não é suficiente em alguns países do mundo atual. Segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano, do Programa da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), a grande quantidade da população global que possui problemas de acesso a esse recurso utiliza somente cinco litros dele por dia, o equivalente a média diária das nações ricas usada apenas para as descargas de privadas. Assim, percebe-se que a falta de água ocorre apenas nos países emergentes, pois os desenvolvidos a desperdiçam diariamente.

Portanto, fica claro que, mesmo que a água seja vital para todos, ela só pertence a alguns. Primeiramente, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve convocar um assembleia com os países ricos, na qual haja um acordo para que essas mesmas nações distribuam esse recurso para os países subdesenvolvidos a fim de melhorar a qualidade de vida para todas as pessoas. Dessa maneira, assim como os egípcios, toda sociedade prosperaria.