Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 08/05/2019
Água para os ricos
A falta de incentivo e/ou uma gestão irregular de politicas públicas é um ponto semelhante ao quanto se refere na má distribuição de recursos hídricos. Problemas de saneamento básico, infraestrutura, e por fim escassez de água pótavel encontram-se alinhados a uma mesma questão, o subdesenvolvimento das nações.
Este se torna contrastante quando se realiza um paralelo, da região europeia, com seu clima mediterrâneo, e da Africá, nas localidades subsaarianas, mesmo que ambas sofram com as zonas de alta pressão derivadas do deserto do Saara, que consequentemente reduz a pluviosidade da região, ainda assim a Europa provem a seus cidadãos uma média diária de 200 litros de água por pessoa, enquanto que o africano comum limita seu consumo a 140 litros semanais.
Mesmo o Brasil, que detém de uma das maiores reservas hídricas do mundo, também enfrenta problemas na distribuição de água, tal problemática resulta em um entrave para o desenvolvimento social e econômico, a partir de que a população atingida tende a apresentar complicações em sua saúde e bem-estar, que de certa forma limita as potencialidades individuais.
O racionamento endêmico de água a níveis sobre humanos, impacta a existência social, gerando índices de desenvolvimento humano reduzidos, consequentemente atingindo todo o organismo social, assemelhando-se a visão de Durkheim, uma população mal assistida frequentemente andara lado a lado com a miséria. É inevitável se repensar sobre o manuseio de recursos naturais, a administração pública necessita se adequar ao mundo contemporâneo, um mundo cada vez mais populoso e preocupado sobre seu futuro, a instauração de uma cultura de uso consciente de recursos hídricos, bem como a conservação de florestas, cursos d’água e seus afluentes definirão o rumo da humanidade.