Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 06/05/2019

É notório que a escassez de água é um problema que assola milhares de pessoas no mundo, como visto em países africanos ou até mesmo no sertão nordestino. Mesmo com avanços tecnológicos, o cenário de iniquidade permanece e reflete na sociedade brasileira. Uma vez que, há uma distribuição incorreta de água em conjunto com fenômenos climáticos irregulares que dificulta uma tomada de decisão a longo prazo.

De acordo com a OMS, cerca de 51% da população mundial já sofre restrição hídrica. No Brasil, essa crise de abastecimento está ligada a má distribuição desse mineral, com projetos ineficazes de transporte desse líquido que permite perdas consideráveis de água tratada antes mesmo que ela chegue ao consumidor final. No continente africano, a situação é ainda mais alarmante, com o fornecimento irregular associado ao clima desértico, desencadeia uma série de doenças e mortes da população carente pela falta desse composto.

Outrossim, e sertão nordestino tem uma distribuição desfavorável de chuva devido ao relevo dessa região, chamado de sotavento, que ficam atrás de encostas impedindo assim a passagem da chuva. Além da incidência irregular de precipitações, reservatórios de água mal posicionados não dão conta de abarcar a chuva e distribuir.

Dessa forma, a Federação Brasileira, poderá resolver a escassez de água que atinge boa parte do nordeste, por meio da tecnologia implantada pelo governo de Israel, que visa a dessalinização da água marítima. Essa ação pode ser feita por meio de parcerias público-privadas, o que minimizaria os gastos da união, no qual as Usinas privadas fazem o processo da separação dessa mistura homogênea, e o governo, mediante as empresas de distribuição de água, encarrega-se de entregar a população.