Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 11/05/2019
A obra literária “Vidas Secas” do escritor Graciliano Ramos, retrata a miséria e a ausência de humanidade que a seca promove nos personagens. Não obstante, tal questão transcende a literatura, e mostra-se vigente atualmente como um dos principais fundamentos da falta de conscientização humana do século XXI. Consoante a isso, é imprescindível a discussão desses aspectos, a fim de um pleno funcionamento da sociedade.
Convém ressaltar, a princípio, que a água é o elemento primordial da existência humana, e, por isso, a falta dela terá consequências desastrosas no que tange aos âmbitos social, econômico e ambiental. Dessa forma, a continuidade dessa problemática está relacionada diretamente com as ações do homem no meio global. Quanto a esse fator, é oportuno considerar que o crescimento populacional também é um empecilho, uma vez que a demanda de consumo hídrico é maior.
Paralelamente, é fato que o uso irracional da água evidencie a persistência da falta desse recurso. Ademais, a preservação de tal subsídio é primordial, visto que, além do aumento da demanda populacional, os fatores climáticos também sofrerão influência desse problema. Sob esse aspecto, tal conjuntura desfavorece a declaração da Organização das Nações Unidas (ONU), uma vez que, por unanimidade, o acesso à água potável é um direito humano essencial para a vida.
Em suma, faz-se necessário a tomada de medida atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne ao Estado, mediante o Ministério da Educação (MEC), a criação de um plano educacional que vise a elucidar a população quanto às consequências da falta de água e maneiras de como evitar o desperdício. Tal projeto deve ser instrumentalizado na oferta de palestras ministradas por professores capacitados, com o objetivo de conscientizar os indivíduos quanto aos impactos causados pela falta de água no planeta. Dessa maneira, o Brasil poderá garantir uma extenuação do impasse e os direitos humanos poderá ser consolidado.