Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 07/05/2019

Conforme descreve a carta de Pero Vaz de Caminha, o Brasil possui uma grande quantidade de água em seu território. Entretanto, em pleno XXI, por falta de planejamento do governo, e o crescimento desordenado da população, a falta de água torna-se um problema pertinente no país, em especial nas regiões Nordeste e Sudeste.

Primeiramente, vale ressaltar, o filme “estrada de fúria” mostra um cenário apocalíptico em que a água é um recurso tão raro que só os mais fortes têm acesso. Desta maneira, a falta de planejamento por parte do governo, inviabiliza o acesso à água em muitas localidades do país. Também, a falta de investimentos dos estados em companhias de água e esgoto, precarizam a situação do trabalho prestado, ocasionando muitos vazamentos no sistema de distribuição, gerando grandes desperdícios. Ademais, segundo a Agência Nacional das Águas, se nada for feito, 50% dos municípios brasileiros podem ficar sem água até 2025.

Sobre essa conjectura, a população brasileira cresceu 20 vezes, em 138 anos, segundo apontam dados do IBGE. Com isso, maior será o consumo de água, e pelo não planejamento do poder público, esse recurso torna-se escasso em regiões onde existem baixos índices pluviométricos. De acordo com Tales de Mileto, “a água é o princípio de todas as coisas”. Logo, a falta deste recurso natural, provoca o comprometimento das relações básicas de sobrevivência do ser humano.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe aos Governos estaduais por meio de dotações orçamentárias investir na manutenção da estrutura de companhias de águas e esgoto para que seja prestado um serviço de qualidade. Por fim, segundo Emanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Dessa forma, o ministério da educação em conjunto com secretárias municipais deve elaborar campanhas para conscientizar desde cedo as crianças sobre a importância da água e maneiras de acabar com seu desperdício