Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 13/05/2019

No Egito Antigo, o Rio Nilo tinha extrema importância para os egípcios, foi fundamental para o desenvolvimento da civilização, e que  acreditavam ser uma dádiva divina. Nesse contexto, nos dias atuais a sociedade está enfrentando uma grave crise hídrica, na qual, a desvalorização da água só se agrava. Portanto, deve-se assegurar essa problemática devido à ausência do saneamento básico e a negligência estatal.

A falta de higienização é uma grande ameaça à saúde pública no Brasil. Visto que, a deficiência no tratamento e destinação adequada causa enfermidades como: diarreia e doenças dermatológicas, geradas principalmente em crianças. Segundo a justificativa do Secretário Nacional do Saneamento–Paulo Ferreira, “é que as prefeituras dos pequenos municípios tem dificuldade de administrar o problema, seja por falta do pessoal especializado(técnicos, engenheiros e empreiteiras), ou por desinteresse por parte dos prefeitos”. Com isso, grande parte da população sofre com os devidos problemas de saúde que surgem.

Consequência disso, a atual crise hídrica no Brasil é considerada a pior da história. Outrossim, apesar do Brasil apresentar quase um quinto das reservas hídricas do mundo, a falta de água é uma realidade em várias localidades  do país. Nessa perspectiva, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou uma nota com uma previsão de que até 2050, aproximadamente 45% da população não terá a quantidade mínima de água. Logo, daqui a alguns anos essa escassez afetará não só a saúde como também na economia e no meio ambiente.

Assim, é necessário que agências, como a ANA (Agência Nacional de Águas) e a ETE ( Estação de Tratamento de Esgoto), com o apoio do Governo invistam mais no tratamento dos esgotos, para que desse modo possam economizar e investir em outras áreas. Posteriormente, o Governo Federal, junto os meios de comunicação, deveria criar propagandas, com a intuito de que as pessoas economizem água.  Destarte, faria com que a população tivesse a mesma crença que os egípcios tinham.