Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 07/05/2019
A crise hídrica do século XXI pode ser comparado a peste bubônica no período feudal. Só a uma pequena diferença, estes tomaram medidas extremas para reprimir a repercussão de tal atrocidade, e a que está sendo exposta neste século, como está sendo derrotada?
Na obra Vidas secas, de Graciliano Ramos seria uma pequena demonstração de hostilidade quanto aos menos favorecidos, estes sofrendo pela ausência da água. Fabiano como personagem principal, é o reflexo da sociedade atual, sendo ela de classes baixas ou médias, vivenciando o sofrimento pelos cortes de verbas de uma formas desproporcional quanto ao aumento da inflação, tudo isso pela má gestão dor “coronéis” da água.
A culpa seria somente deles? Chegou um período que busca-se cada vez mais o aumento do capital, mesmo que os meios para consegui-lo fira o meio ambiente, mas sempre deixando exposto a importância de cuidar dos recursos hídricos. Seriam meros hipócritas ou mais uma vez vítimas de indústrias, governos que desvinculam o crescimento capitalista do Estado a sustentabilidade? As consequências estão cada vez mais visíveis, não é só a falta da água, e sim o que vem com ela.
Portanto medidas devem ser necessárias para resolver tal impasse. Devidas providências devem ser tomadas de forma responsável as indústrias que super utilizam dos recursos hídricos, essas, promovendo uma ação de reaproveitamento ou redução da mesma, caso negligenciem tal questão, serão punidos com multas elevadas, a ciência desenvolver o uso de novos alimentos transgênicos eficazes, para que alimentos sejam produzidos com menos uso do recurso e focar no reflorestamento para que assim a “peste bubônica do século XXI” não crie mais repercussão e no meio disso, mais Fabianos cresçam.