Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 07/05/2019

Desde o Egito Antigo, podíamos destacar a importância da água, onde toda a forma de vida daquele local, durante esse período, era em torno do Rio Nilo. Mais tarde veio a culminação da criação dos aquedutos - construções destinadas ao transporte de água -, importante método para o plantio e equivalendo a base para a subsistência. Logo, sintetizando argumentação, temos o potencial para destacar a problemática, constituindo-se respectivamente como falta de chuvas em várias regiões do país, como, por exemplo, o Nordeste e o consumo excessivo em diversas outras localidades.

Num primeiro momento, podemos tomar como paradigma o livro de Graciliano Ramos, chamado “Vidas Secas”, que retrata as dificuldades de uma família obrigada a se deslocar constantemente para fugir dos efeitos da seca no Sertão nordestino. Logo, usando como sustentação, a obra destaca de forma detalhada a resultância da seca e como ela afeta os territórios com poucos índices de chuvas.

Outrossim, segundo estatísticas da UNIPACS(instituição direcionada ao ensino profissionalizante), o povo brasileiro se situa em 5º lugar num ranking dos maiores consumidores de água no mundo. Tomando essa informação como alicerce, podemos notar o descaso que as maiores potências mundias tem com a água, nosso maior combustível sendo desperdiçado, enquanto países como a África são o mais necessitados.

Em suma ao que foi evidenciado, exposto e corroborado, podemos listar medidas importantíssimas para a redução do consumo. Essas diligências deverão ser financiadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através de rodízios de água e abastecimento das áreas rurais, como também o desenvolvimento de rios e açudes, que fisicamente falando, poderá ampliar o nível de chuvas. Em síntese, tais ações possibilitariam o fim da desigualdade no que tange a falta de acesso ao nosso bem mais precioso.