Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 11/05/2019
Do candieiro a Benjamin Franklin, a sociedade viveu em célebre processo evolutivo. Entretanto, hodiernamente, é perceptível um retrocesso social, á medida que a carência de água torna-se cada vez mais evidente, o que demonstra, como reflexo da precária qualidade de ensino do país, a existência de uma parcela da sociedade que vive à luz da ignorância, de forma a obscurecer os resquícios de glória vivenciados no passado. Nesse contexto, as alternativas para reduzir os impactos causados pela escassez de água no Brasil surgem como um impasse, o qual ocorre, plagentemente, devido não apenas à negligência governamental, mas também à ausência de uma boa postura social.
Diante desse cenário, a Constituição Federal de 1988 confere a todos os cidadãos , no Art. 205, a educação como dever do Estado e da família. Entretanto, o poder executivo, não efetiva tal direito com proficiência, essa deturpação de valores apresenta-se nítida ao passo que a ausência de orientação no que diz respeito ao uso consciente da água prevalece em vários extratos sociais. Tal situação, além de revelar o desmazelo do Estado, faz com que os direitos permaneçam apenas no papel.
Outrossim, a ausência de uma postura social proativa ainda é um impasse às buscas por melhorias nos impactos da crise hídrica. É evidente que o aumento do consumo impulsionado pela Revolução Industrial se estende não apenas aos bens materiais, mas também aos recursos naturais, onde a água figura até hoje com um importante papel em todas as etapas de produção, inviabilizando o uso pelas gerações futuras. Além disso, as reservas de água não estão distribuídas de forma igualitária, acentuando as disparidades sociais e motivando conflitos de interesses geopolíticos.
Destarte, tento em vista os aspectos analisados, torna-se notório os impactos da crise hídrica. Por esse viés, é cabível ao Ministério da Educação a criação de projetos que sejam desenvolvidos por meio de palestras e jogos educativos, podendo ser realizados em momentos oportunos, como intervalos recreativos, e de forma a promover uma nova postura social - uma vez que tal ação tem um imenso poder transformador - para que os indivíduos, desde pequenos, na tentativa de mitigar o problema, sejam instigados a utilizarem a água de forma prudente. Dessa forma, a sociedade distanciar-se-á de pensamentos desenvolvidos sob a luz da ignorância e dará continuidade ao processo evolutivo implantado por Benjamin Franklin.