Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 13/05/2019
Na antiguidade, o homem aprendeu que a água suja e o acúmulo de lixo disseminam doenças. Assim, era preciso desenvolver algumas técnicas para obter o líquido limpo e livrar-se dos resíduos. Com isso, se deu início a ideia de saneamento básico que é essencial para a saúde humana e um meio de preservar, pois a água encontra-se em falta.
Em primeira análise, no Brasil segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), apenas 50,3% da população tem acesso a coleta de esgoto, sendo o restante destinado de maneira inadequada. Portanto, a gigantesca parcela da sociedade que não recebe este serviço básico está suscetível a diversas doenças causadas pela exposição a vírus, bactérias e condições insalubres.
Por conseguinte, encontra-se um quadro de escassez, sendo que segundo a Agência Nacional de Água (ANA), o país possui 12% da água doce do planeta, que tem sido desperdiçada. Conforme estudo, do instituto Trata Brasil o país desperdiçou 38% do líquido potável nos sistemas de distribuição, como vazamentos nas tubulações.
Assim, faz-se necessário que medidas sejam tomadas. Em relação ao saneamento básico cabe aos Prefeitos criarem um plano municipal sobre os serviços de água, esgoto, e drenagem das chuvas. Com isso, o Governo Federal aprovando o município receberá verbas para obras de saneamento. Já no que tange ao desperdício, é de responsabilidade da ANA por meio de verbas governamentais, fiscalizar e criar campanhas tendo como público alvo empresas e pessoas. Desse modo, tomada as medidas discutidas o cenário relativo à escassez da água poderá ser transformado.