Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 11/05/2019
Embora a degradação ambiental tenha sido intensificada a partir da revolução industrial, no Brasil, o uso desenfreado dos recursos hídricos corresponde desde o processo inicial de colonização, de forma que a exuberância natural era propagada como infinita. No obstante, tal questão transcende a época e práticas humanas de interferência negativa no ciclo da água vigora, em consequência direta da negligência acadêmica estatal e cidadania frequentemente frágil.
Convém ressaltar, a princípio, que a morosidade operacional jurídica é fator que sustenta o problema, uma vez que a lógica de poder e controle sobre rios, dificulta o acesso da população de baixa renda. Sob esse viés, tal processo tem raízes nas disputas de navegações, onde países tachado como potenciais tinham acesso ao controle das rotas marítimas. Assim, a lógica segue, aumentando os níveis de desigualdade na distribuição da água potável disponível no mundo.
Concomitantemente a essa dimensão política, quando Steve Jobs afirma que coisas incríveis nunca são feitas por um só indivíduo, reflete a importância da coletividade na busca pelos direitos humanos previsto em legislação. Contrariamente, uma parte população brasileira ainda sofre com a escassez de água devido a falta de subsídio para um acesso de qualidade. Dessa maneira, consolidando a dissolução da coletividade e comprometendo os direitos inerentes.
Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne a Agência Nacional de Águas, mediante aperfeiçoamento na redistribuição de recursos hídricos, por meio de regulamentação da quantidade de água utilizada nos diversos setores, de modo que a sociedade tenha participação ativa, através fiscalização voluntária. Dessa maneira, o Brasil poderá garantir acessibilidade aos seus cidadãos e a coletividade posposta por Steve Jobs ser consolidada.