Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 13/05/2019

Assim como é retratado na obra Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, a seca do sertão brasileiro é reflexo da má distribuição da água. A partir disso, o bem estar do indivíduo é comprometido, seja por subsistência, seja por saneamento básico. Diante da nossa realidade, percebe-se um vasto volume hídrico, porém uma péssima utilização, tornando-o escasso para consumo.                                              Primeiramente, a água é um elemento fundamental para existência e manutenção da vida, por isso o setor que a necessita em abundância é a produção de bens de consumo, e que muitas vezes faz mal uso, desperdiçando-a. A população tem que ser o principal alvo em relação a proteção da água, já que é grande beneficiada com este recurso.Segundo dados da Organização Mundial de Saúde(OMS) são necessários de 50 a 100 litros de água diariamente, para cada indivíduo, mas a realidade é bem diferente, e muitas vezes acaba ultrapassando esses valores.

Em segunda análise, saneamento básico não se restringe apenas a esgoto e coletas de lixo, mas também ao tratamento e distribuição de água potável para consumo humano, fundamental para assegurar a saúde. No cenário brasileiro, há regiões em escassez de água, que passaram por situações de emergência, a exemplo da Paraíba e São Paulo, realidades distintas mas com um diferencial, a falta de chuvas além do abastecimento desigual desse solvente universal.

Notoriamente, devido a instabilidade de recursos hídricos a nível mundial, cabe a órgãos como a ONU e repartições nacionais brasileiras, promover campanhas de conscientização acerca da água. A guarda e principalmente meios de reutilização são fundamentais para expandir o acesso a todos,e uma maior durabilidade desse bem precioso à vida, economizando a policiando os hábitos diários, além de aplicações de multas para quem ultrapassar o consumo mensal que é permitido.