Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 13/05/2019

A água é tida como um bem necessário para o desenvolvimento humano, indispensável para a sobrevivência do homem, assim como para a manutenção da higiene pessoal, preparo das refeições, limpeza, transpor e geração de energia. Diante disso, a escassez desse produto tem sedo progressivamente questionada e os transtornos e impactos gerados refletem a realidade do século XXI. Nesse sentido, cabe pontuar empecilhos a fim de poder desenvolver soluções para tais, como: o paradoxo da crise hídrica e a ausência de alternativas em caso de secas.

A priori, faz-se evidente a má distribuição natural que a água possui sob o globo terrestre, devido a variáveis climáticas, principalmente. No entanto, a política de distribuição é papel para todos os países. No Brasil, sobretudo, há um latente paradoxo sobre a distribuição da água, sendo este o país que detêm cerca de 12% dos recursos hídricos do planeta, segundo a Agência Nacional de Águas. Dessa forma, cidades do Nordeste e Centro -Oeste sofrem com a ausência de água potável, o que faz com que seja questionável as gestões para manutenção dessa população. Nessa instância, a água tem sido vista progressivamente como, ao invés de um bem comum, um símbolo de poder, riqueza e segregação de classes.

Outrossim, diante dos anos de seca, a  carência da integração dos recursos hídricos é evidente. A principal fonte de energia elétrica no Brasil, é a provinda das hidroelétricas, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia. Sob outro ponto de vista, há baixos investimentos em outros setores como de carvão mineral ou usinas nucleares e eólicas para mitigar a ausência das chuvas no funcionamento das usinas movidas a água. Usufruir de todo potencial energético da nação faz com que a torne mais preparada para casos de escassez e não penalize a sociedade por questões administrativas ou naturais.

A escassez de recursos hídricos, portanto, é um problemática característica do século XXI. Logo, cabe ao Ministério de Minas e Energia desenvolver propostas, como o investimento em novos recursos energéticos a exemplo da eólica e nuclear que podem ser amplamente aplicadas no país. Além disso, o Ministério de Ciência e Tecnologia juntamente com a Agência Nacional das Águas (ANA), deve desenvolver técnicas de transporte de água para o reabastecimento de regiões como a do Nordeste, que sofrem paulatinamente com a seca. Além de usufruir de parcerias com outros países como Israel, que, com tecnologia conseguiram alternativas para a escassez hídrica. Assim, o país será justo e próspero.