Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 19/05/2019

Segundo a Greenpeace: “Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio, pescado o último peixe, é que o homem vai perceber que não pode comer dinheiro!” Em outros termos a citação acima, refere-se a grande quantidade de recursos renováveis e não renováveis que vem sendo despendidos de forma insensata.

O maior exemplo disso, é o desmatamento inconsiderado da floresta amazônica, a mesma é o principal componente do fenômeno dos “rios voadores”, fato que ocorre quando o vapor das águas tropicais do Oceano Atlântico encontra-se e é alimentado pela umidade da floresta amazônica; toda essa umidade, atravessa a Amazônia até encontrar o paredão da Cordilheira dos Andes, onde um parte da umidade transforma-se em chuva e a outra alimenta nascentes de grandes rios como o Rio Amazonas, enquanto a outra parte, é direcionada para as regiões Centro–Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, ocasionando as chuvas.

Em razão disto, como mencionado no parágrafo anterior, muitas regiões do Brasil, podem ser afetadas pelo desmatamento da floresta amazônica, além disso, cerca de 70% da água é utilizada na agronomia com irrigações, outra grande parte, nas indústrias. Como cada um pode colaborar para com que esse recurso renovável não se esgote um dia, é não desperdiçando água, fechando torneiras e chuveiros durante a escovação dos dentes, enquanto se ensaboam durante o banho, não utilizando mangueiras para lavar o chão, dentre outros.

O Governo, juntamente como Ministério da Educação, devem implementar medidas para com que todos saibam e aprendam a importância da água e utiliza-la de maneira consciente. Palestras em escolas, universidades, e bairros, serão de bastante proveito, além de panfletos e companhas via internet. Para os moradores do Rio de Janeiro, tem o Museu do amanhã, um incentivo para que a maior parte da população viste-o trará uma conscientização maior ainda. Afinal, uma população consciente, é a certeza de um amanhã menos preocupante.