Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/05/2019
Líquido vital
Nas sociedades da antiguidade oriental, o triunfo de determinada civilização dependia diretamente da água e da proximidade com os recursos hídricos ali existentes. Hoje, após mais de 2000 anos a água continua sendo um dos elementos básicos e inerentes a vida. Contudo, parte da população mundial não tem acesso a ela como deveria, o que dificulta diversas atividades simples do dia a dia. Nessa perspectiva, medidas devem ser tomadas de imediato para que uma sociedade mais justa seja alcançada.
De toda a água que recobre a superfície do planeta terra, apenas 3% é doce e portanto, adequada as atividades humanas. Apesar de parecer baixo, esse índice seria mais do que o suficiente para o consumo de toda a população mundial se esta fizesse a utilização consciente do elemento. No entanto, devido ao mal uso tanto no ambiente domiciliar, com desperdícios desnecessários, quanto na indústria e agricultura, que, por serem mais baratos, utilizam-se de processos com elevado consumo de água, esse elemento vital está se tornando escasso para diversos povos. Segundo a UNIPACS, enquanto países europeus consomem mais que o dobro do ideal de água por dia por pessoa, populações da Africa subsaariana dispõem de menos da metade desse ideal. Tais dados demonstram a disparidade entre determinadas regiões, o que agrava ainda mais a questão da água no século XXI.
As consequências da falta de água em algumas áreas do mundo são incalculáveis. Essas se manifestam tanto em tarefas simples, como hidratação e higiene pessoal, quanto em atividades mais complexas, como na disponibilização por parte dos governos de um sistema de saneamento básico de qualidade para a população. Sem esse sistema, o risco de contaminação da população com diversas doenças se elevaria em proporções astronômicas, afetando gravemente a área da saúde. Essas cenas se tornarão cada dia mais comum, se o problema não for sanado e os níveis de consumo não regredirem.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. A ONU, em parceria com os governos ocais, devem desenvolver campanhas de conscientização da população a respeito da importância e disponibilidade da água ao redor do mundo, além de promover o estabelecimento de tarifas extras para todos que ultrapassarem os nives de consumo considerados necessários, tanto para a população, quanto para as industrias e agricultores. Assim atitudes desnecessárias serão cortadas, e esse líquido inerente a vida poderá alcançar a todos os indivíduos novamente.