Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 16/07/2019
No Egito antigo, disputas por territórios com água eram frequentes, pois a hidrografia era uma das maiores garantias para se obter riquezas na época. Atualmente, o planeta vive no inicio de uma grande escassez de água potável. Sem dúvidas, a pobreza extrema, aliada guerras por locais com altos índices hidrográficos, são impactos causados pela chegada dessa escassez. Tal fato é inadmissível, pois demonstra uma fragilidade na sociedade mundial.
Segundo pesquisas do G1, a áfrica é o continente com mais pessoas em situação de miséria do planeta. Certamente isso ocorre, pois o território sofre com a escassez de água, causado por seu relevo e por sua localidade no globo. A prova disso é a grande dificuldade enfrentada pelos governantes africanos em evoluir a sua agricultura para exportação, uma vez que não possuem desenvolvimento hídrico suficiente para manter a suas produções. Em decorrência disso, tem-se uma economia fragilizada, que resulta em localidades com pobreza extrema. De fato, são necessárias medidas urgentes para o fim dessa situação.
Outrossim, ainda se nota em pleno século XXI, guerras por reservas de água potável, por exemplo, tem-se as guerras no oriente médio, onde a geopolítica se relaciona com a força armada em disputas por lugares com reservas petrolíferas e hídricas. Tal fato é alarmante, pois demonstra uma sociedade tão retrograda quando o Egito antigo, uma vez que, pessoas morrem por falta de políticas públicas mundiais capazes de garantir esses recursos para todos. Indubitavelmente, as organizações mundiais, precisam voltar seus olhares para essas questões desumanas.
Por fim, é necessário que organizações mundiais como a ONU (organização das nações unidas), criem centros de ajuda nos países que passam por situações de guerra ou pobreza relacionada à água. Alem disso, cada centro deve ter profissionais responsáveis por apaziguar situações de guerra. Aliado a isso, cada nação deve contribuir tecnologias que já existem para ajudar aos países sem desenvolvimento hídrico a desenvolverem sua agricultura. Por fim, os centros devem servir como meio de intercâmbio entre as nações que iram ajudar e as necessitadas, isso deve ser feito a partir da verba designada por cada nação para as organizações.