Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 28/08/2019

Sabe-se que 70% do organismo humano é constituído pela água e que todas as formas de vida na Terra dependem dela para a maior parte das funções vitais. No entanto, essa não está distribuída de maneira igualitária entre as pessoas. Além disso, os Governos não têm dado a devida atenção para a preservação desse bem essencial a vida. Proporcionando, com isso, um aumento da sua escassez em diversas cidades, seja pelo consumo descontrolado, falta de planejamento em áreas semiáridas ou pela poluição, que inviabiliza seu consumo.

Ademais, o Brasil, apresenta áreas de extrema escassez de água em boa parte do ano. Como o polígono da seca no sertão nordestino, que castiga todos os anos a população da região. Além disso, a Indústria da Seca cresce há anos, obrigando as pessoas a negociar com políticos locais, através de troca de favores, para que tenham acesso a água potável. Tal acesso, que apesar de garantido em lei não acontece na prática.

Além disso, segundo a Organização Mundial da Saúde, todos os dias 2 milhões de pessoas no mundo caminham quilômetros para obtenção de água. Por conseguinte, no Brasil, apesar de suas grandes reservas e mananciais vive uma das maiores crises hídricas em suas grandes cidades, como São Paulo. Seja pelo seu uso inadequado, ocupação de áreas de mananciais ou ao intenso desmatamento, que impossibilitam a renovação da água nesses locais.

Portanto, é necessário que o Governo promova Campanhas para a população, que vise a sua conscientização e a diminuição de seu uso, através estímulos, como descontos nas contas de água que houveram diminuição de consumo nos últimos meses. Além do mais, que o Poder Público planeje melhor as cidades, com o tratamento adequado da água antes de ser devolvida à natureza. Por fim, que os Governos agilizem as obras de transposição do São Francisco, para que a população nordestina consiga ter acesso a água sem corrupção local.