Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 30/08/2019
Segundo o filósofo e pré-socrático Tales de Mileto:“a água é o regente de todas as coisas e foi dela que tudo se criou”.Nesse contexto, não há dúvidas o quão importante é a água desde os primórdios das civilizações. Entretanto, quando se observa a questão da escassez de água no século XXI, percebe-se que esse ideal está tornando-se um grande desafio para a população, com impactos não só sociais, mas também econômicos. Portanto, agentes como: Governo Federal e Governo Municipal, são essenciais para resolver os impasses em questão.
Destaca-se, inicialmente, que a escassez de água é uma problemática gradual, na qual intensificou-se depois dos anos 2000. Conforme a industrialização brasileira (datada a partir de 1930) a saída de pessoas do campo para a cidade propiciou uma rápida urbanização, ocasionando em problemas como, falta de infraestrutura, segurança e água potável. Assim, verifica-se como a água está presente nos principais problemas do âmbito social, já que, proporciona um aspecto negativo e é essencial para os indivíduos que necessitam fazer seus deveres do dia-a-dia.
Destaca-se, além disso, que a falta de água na sociedade constitui um obstáculo para a economia, principalmente na agricultura. Prova disso, no período da Antiguidade Clássica, a terra só era “boa” e fértil caso estivesse água o suficiente para as secas do ano e para a cultivação, sendo fundamental para o comércio. Seguindo essa linha histórica, percebe-se essa importância da água para o corpo social, no qual precisa da mesma para a subsistência e vendas.
Dessarte, é indubitável que a questão de impactos da escassez de água, deve-se aos desafios encontrados pela população, como a falta de água potável para o consumo e na produção alimentícia. No entanto, é possível reverter tal realidade, por meio do Governo Federal e Ministério do Meio Ambiente, que visem a introdução de palestras, por meio da indivíduos especializados com o objetivo de informar e instruir a população de como economizar e o que fazer em casos de emergência. Ademais, cabe as prefeituras e Ministério do Meio Ambiente, promoverem campanhas (nas cidades) e propagandas por meio dos setores radiotelevisivos que incentive as pessoas sobre o consumo exagerado de água. Assim, com uma sociedade mais instruída sobre tal assunto, será desejavelmente notada na prática.