Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 10/09/2019
A Magna Carta brasileira, de 1988, garante o direito de preservação do Meio Ambiente como direito de todos e dever do Estado. Todavia, a prática deturpa a teoria uma vez que, a escassez hídrica no Brasil encontra-se em crescimento no cenário atual. Fruto da Inoperância estatal e da Omissão social.
Antes de tudo, é necessário a menção de um Estado falho pois, é notório a não concretização de proteção aos recursos hídricos na sociedade brasileira. Além disso, ainda há a falha de um saneamento básico não adequado mediante a desigualdade social pois, populações com mais concentração de capital usufrui de um bem-estar maior que a população mais pobre. Essa realidade caótica, rompe com o artigo 6 da Constituição Federal, o qual afirma ser dever da União garantir igualdade, saúde e proteção a todos.
Somado a isso, ainda ha a negligência de uma sociedade desigual e passiva, na qual é falha na busca de equilíbrio de preservação do consumo de água. Assim, dificulta o acesso sustentável a quantidades adequadas de água para a garantia de meios de sobrevivência, isso vai de encontro com os estudos acerca do, -capital social- de Robert Putnam, ele afirma que a população é a principal vitima de suas próprias omissões. Logo, é imprescindível que medidas de preservação sejam tomadas para diminuir com essa negligência social.
Evidencia-se, portanto, que é dever do Estado propor mais investimentos no setor educacional, os quais promoverão palestras, acerca da importância de conscientização com objetivo de um consumo consciente pela sociedade. Isso fará com que a população possa aumentar o capital social, de modo a consolidar a teoria putiniana.