Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 07/10/2019

O filme Madmax retrata um futuro pós-apocalíptico, em que os confrontos sociais se dão todos em busca da água, sendo ela extremamente escassa dentro da obra. Fora da Ficção, a questão da carência hídrica no Brasil é um tema em pauta, pois, sua necessidade se da em virtude da vida, saúde e bem estar social, tudo assegurado em lei pela Constituição de 1988. Nesse sentido, causas e consequências fazem-se aspectos relevantes na análise da problemática.

Segundo Albert Schweitzer, filósofo francês, “vivemos em uma época perigosa. O homem domina a natureza, antes que tenha aprendido a dominar a si mesmo.” Tal raciocínio evidência a crise hídrica como um problema gerado pelo seu uso inconsciente, o qual pode ser subentendido com a prática de banhos demorados, torneiras ligadas desnecessariamente e afins. Infelizmente, esse costume não pode ser aceito, visto que as consequências serão colhidas pela sociedade como um todo.

Hodiernamente, o resultado do problema é notório principalmente em regiões de extrema pobreza. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmam que africanos da região subsaariana consomem em média 20 litros de água por dia, menos da metade do que o necessário diário. As consequências da insuficiência se dão principalmente em fatores da saúde, pois, a água é a principal reguladora do organismo humano.

Urge, portanto, que medidas sejam implementadas na sociedade, buscando combater a escassez da água e assim assegurar a Constituição. Nesse sentido, o Estado em parceria com o Ministério da Saúde, devem promover políticas públicas engajadas em meios de grande alcance social, efetivando o uso consciente da água assim como palestras e debates para a sociedade, pautados em causas e consequências de seu uso, na finalidade de garantir o uso da água para a saúde em bem estar social de todos.