Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 11/10/2019
No Egito antigo, o rio Nilo foi fundamental para a prosperidade dos egípcios, sendo muito valorizado e reconhecido pelo seu papel promissor na economia local. Em contrapartida, atualmente, a sociedade está sofrendo uma grave crise hídrica, oriunda da crescente desvalorização e uso irregular da água. Assim, torna-se imprescindível alterar esse gasto desregulado e combater a desigualdade na obtenção de tal recurso.
Mormente, é precipitado afirmar que a causa do aumento exacerbado do consumo desse fluido está diretamente ligado ao crescimento populacional, já que, segundo o documentário da série “Explained”, o principal fator é o modo como ela é utilizada, destacando a precarização das atividades econômicas, como a produção agropecuária e agrícola no âmbito mundial; bem como, afirma que, se não houver mudanças, até 2040, a maior parte do mundo não terá água suficiente para sobreviver.
Sobretudo, ao contrário da maior parte das problemáticas sociais, a escassez da água abrange até mesmo as potências mundiais, por exemplo, a China. Todavia, países que encontram-se em estado emergencial, são atingidos pela distribuição não potável desse recurso hídrico, ocasionando a elevação dos índices de doenças - como a hepatite A ou cólera - por contaminação; tornando nítido, dessa forma, o incumprimento dos direitos humanos fundamentais declarado pela ONU em 2010. Sendo assim, é evidente a necessidade da remediação desse cenário.
Logo, é imprescindível que a Organização Mundial da Saúde, em conjunto com a ONU reforcem cada vez mais a questão hídrica entre as nações, estabeleçam metas de racionamento a serem alcançadas e auxiliem os países subdesenvolvidos e emergenciais a criarem mais projetos governamentais, que assegurem uma maior fiscalização de lugares periféricos afim de detectar a falta de saneamento básico, sendo feita a criação de esgotos e poços naturais, com o intuito de diminuir os impactos da escassez e o mal gerenciamento da água.