Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 29/10/2019

O primeiro ser humano, Yuri Gagarin, que viu o planeta pelo espaço disse, “a Terra é azul”. Assim, percebe-se que a maior parte do mundo é constituída de água. Porém, mesmo assim, no século XXI tem-se enfrentado a escassez dela, pois apesar de ter muita abundancia desse liquido, a quantidade potável é bem menor e vem diminuindo ao longo dos anos. Com isso, a vida tem sofrido impactos por causa de sua falta. Diante disso, cabe avaliar os principais abalos provenientes dessa situação na sociedade.

Primordialmente, países em desenvolvimento serão mais afetados, por causa da falta de estrutura para passar por tal situação, devido à falta de dinheiro e planejamento. Um exemplo, é o Brasil, que segundo a ANA (Agência Nacional de Águas), possui 12% do total de água potável do mundo, mas mesmo assim, corre o risco de 55% de seus municípios sofrerem com o problema de abastecimento. Logo, nota-se que o Brasil, um país subdesenvolvido, apesar de ter água sofrerá de escassez em mais da metade da sua população. Dessa maneira, torna-se evidente que esse é um dos grandes impactos, pois remediar tal problema requer recursos financeiros que não possuem para tal evento.

Ademais, obtenção de novas doenças cresce por falta desse recurso. De acordo com os estudos da Fisiologia e Bioquímica do corpo humano, a água é responsável pelo funcionamento adequado do homem. Pois, é ela que possibilita o transporte de nutrientes pelo organismo, constitui parte do sangue, está presente nas articulações e forma em conjunto com outras substancias o líquido em que o cérebro está em volto. Logo, com a escassez da água, a população a ingere em menor quantidade e, com isso, o que é disponível para o sistema fisiológico não atende a demanda do corpo. Assim, doenças como elevação da pressão arterial, fadiga, doença no aparato digestivo entre outro, são provenientes da baixa ingestão de água.

Em suma, o século XXI tem sofrido impactos devido à falta desse recurso natural. Diante disso, cabe aos países em desenvolvimento pedir ajuda aos países mais ricos para a construção de projetos que resolvam o problema da escassez de água, assim como recursos financeiros. Isso acontecerá, por meio de acordos, contratos e parcerias entre tais países, para que as população mais desfavorecidas não venham a sofrer mais ainda com o problema. Outrossim, cabe ao Organização Mundial da Saúde (OMS), desenvolver remédios para as doenças causadas pela fata de água, que sejam, gratuitos para toda a população, para que as complicações de saúde venham a ser minimizadas. Dessa maneira, Yuri Gagarin poderá dizer mais uma vez " a Terra é azul".