Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 29/10/2019
Segundo Sartre, filósofo francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher a melhor maneira de agir e pensar. Todavia, a respeito dos impasses mediante a escassez de água na atualidade, recai sobre o governantes meios para amenizar tamanha problemática. Nesse contexto, deve-se analisar a má gestão desse recursos no meio social e a crescente poluição dos corpos hídricos.
Em primeira perspectiva, é importante destacar administração da água na atualidade. Ainda sob esse ângulo, segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), cerca de 70% de toda água consumida no mundo é destinada à irrigação de lavouras, seguida da atividade industrial, com 22%. Desse modo, é notório que a aplicação desse recurso ocorre de maneira desigual, no qual causará escassez para os diversos uso no cotidiano dos cidadãos. Assim sendo, medidas são necessárias para melhorar o aproveitamento desse recurso natural.
Ademais, atrelado a utilização dessa matéria, salienta-se que a contaminação da hidrosfera e um impulsionador para o aumento da sua escassez. Nesse viés, o documentário “Oceano de Plástico”, disponibilizado pela Netflix, retrata os problemas causados pelo descarta incorreto desse polímeros, que leva a degradação do ambiente aquático, mortes de animais e problemas de saúde para o ser humano. Dessa forma, deve-se viabilizar meios para amenizar essas adversidades no meio.
Torna-se evidente, portanto, a atuação do Ministério do Meio Ambiente, por meio de decreto, deve instituir medidas a serem tomadas pelas industrias e produtores ruais como, por exemplo, construções de estações de tratamento para a recuperação da água utilizado no processo produtivo, para que possa ser utilizada pela população, assim reduzira o gasto desse recurso na cadeira de produção. Outrossim, os Governos Municipais, por intermédio de recursos federais, devem implantar a coleta seletiva e a destinação dos resíduos a aterro sanitário, evitando a poluição dos corpos hídricos, assim pelas boas escolhas, conforme Sartre, atenuar a escassez.