Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 07/04/2020

No período Pré-Socrático, entre os anos VII e VI a. C, o filósofo Tales de Mileto considerava que a água era o princípio de tudo. Dessa forma, vale dizer que há uma veracidade nisso. Uma vez que, precisa-se dela com finalidade de gerar outras atividades cotidianas, bem como um meio nas reações bioquímicas de animas e vegetais, até mesmo por fator de vários bens de consumo final e intermediário.

Embora que, em termos globais, o Brasil tenha uma boa quantidade de água, a realidade se dá ao fato de a distribuição desse recurso não seja de forma equilibrada. Não obstante, o problema não fica por aí, na África, por exemplo, dados da ONU (Organização das Nações Unidas) relata que apenas 24% da população tem acesso à água potável. De forma que, essa grande escassez se dá a grande disparidade entre ricos e pobres.

A Agência Nacional das Águas (ANA) e o Ministério do Meio Ambiente criaram o Grupo do Trabalho que irão coordenar entre 2021 e 2035, um novo Plano Nacional de Recursos Hídricos (PNRH). Consoante ao recente plano, o objetivo é melhorar a disponibilidade hídrica, reduzir conflitos pelo uso da água, eventos críticos (secas e cheias) e ações para valorizar a água como bem econômico e social relevante.

Portanto, para que, essa realidade tome novos rumos é necessária a interação dos órgãos públicos citados em campanhas severas, conforme existe no Japão, desde 1978. No qual determinou que todo o dia 15 é considerado o “dia de economizar água”. Logo, à medida que, alguém for flagrado desperdiçando-a deve ser implantado o aumento de tarifas em talões de água e multas. Ademais, é essencial os recursos de uma engenharia altamente qualificada para aderir ao tratamento destinado ao reuso da água em torneiras específicas para limpeza cotidiana. À vista disso, diminuiria o elevado consumo, desperdício e a má distribuição dessa fonte de vida.