Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 21/04/2020
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo indivíduo tem direito a um nível de vida suficiente para lhe segurar e a sua família à saúde e ao bem estar. Nesse sentido, pode-se incluir o acesso de água como um pilar fundamental para o desenvolvimento e sobrevivência humana. Entretanto, é fato que a realidade encontra-se distante de tal documento e a água torna-se cada vez mais escassa por conta do uso incorreto da mesma, levando a repercussões negativas em escala mundial como aumento de impactos sociais e ambientais.
Em primeiro lugar, é importante destacar que em função da ausência do recurso hídricos e do aumento populacional a sociedade encontra-se cada vez mais, exposta a problemas de saúde como a desidratação e enfrenta dificuldades para sobreviver, consequências do grande desperdício do composto inorgânico. De acordo com o filósofo Thomas Hobbes “o homem é o lobo do homem” e automaticamente torna-se egoísta e mal, já que não se preocupa no uso correto e na economia de um recurso tão precioso e finito. Assim, a população é submetida a vivenciar o cenário caótico com a escassez de água.
Por conseguinte, presencia-se o forte poder de influência da falta de recurso hídricos dentro do contexto de impactos ambientais: ao observar que a água está totalmente integrada no ciclos biogeoquímicos essenciais à vida como ciclo da água e do carbono. Segundo a Organização das Nações unidas para agricultura e alimentação, a agropecuária é atividade responsável por 70% de todo o consumo de água, sendo grande parte desperdiçada. Como consequência, a fotossíntese, conservação da biodiversidade e a regulação do clima serão fatores altamente afetados já que são totalmente dependentes de água.
Portanto, é mister que o estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para conscientização da população global, urge que Organização Mundial da Saúde (OMS) crie por meio de verbas governamentais, campanhas publicitárias que detalhem a importância do uso consciente de água, sugerindo à população que tome atitudes mais econômicas como banhos mais rápidos, amenizar o uso de mangueiras, entre outros. Ademais, o governo de cada nação deve criar políticas públicas, como indenização e controle pluvial nas práticas agrícolas com o objetivo de minimizar o consumo excessivo de água provocada pela mesma, utilizando apenas o necessário. Somente assim será possível combater a problemática e proporcionar uma perspectiva de vida melhor tanto para a sociedade quanto para o meio ambiente.