Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 19/06/2020
Carlos Drummond De Andrade afirma: " A água é um projeto de viver" Esse pensamento pode-se inserir perfeitamente na população brasileira da atualidade que vive o drama dos desafios no combate ao tráfico humano na sociedade contemporânea. Nesse aspecto, os impactos sociopolíticos enfrentados por brasileiros em relação a escassez de água no século XXI, é motivado por questões sociopolíticos que prejudicam o meio ambiente.
Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas a cerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação civil e segundo dados da Agência Nacional de Águas (ANA), mais de 35 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água tratada no Brasil e o sistema de abastecimento de água potável gera 37% de perdas, em média. Nesse contexto, 350 milhões de pessoas ficarão expostas até 2050 a períodos severos de seca, por causa da grande demanda do processo de tratamento e saneamento básicos da água, distribuída para a população afirma a Agência Brasil. Contudo, muitas famílias brasileiras não têm a água como um projeto para garantir a qualidade de vida.
Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como preconceito socioeconômico das classes baixas, falta de acessibilidade ao saneamento básico e violação dos Direitos Sociais são aspectos hostis da sociedade brasileira. Dessa forma, a falta de água em residências rurais e urbanas se perpetuam e causam regresso.
Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário que o governo unindo - se a (ANA) enfatizem a importância dos Direitos Humanos e promovam reflexões através de programas de integração social como cursos para economistas, assistentes sociais, empresas hídricas e população com princípios sociais mais justos que visem a reflexão acerca da escassez, e agilizem ações públicas em prol da sustentabilidade da água e bem - estar das famílias brasileiras através desse recurso.