Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 03/03/2021

Nada é infindo

O filme Wall-e mostra uma perspectiva do futuro da Terra, em que se mostra esgotada de recursos naturais, dentre eles os hídricos. Por seguinte, tal prerrogativa tem se reverberado quando se observa os impactos da escassez da água no século XXI. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de água no país. Nesse sentido, São Paulo região com a maior metropole do país, sofre com falta de água, decorrente da má gestão dos recursos hídricos, que gera cede, diminuição da produção de alimentos e até mesmo na falta de higienização. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do ‘‘contrato social’’, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o direito a água, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a falta de senso das pessoas, como impulsionador da falta de água no Brasil. Segundo a Sabesp, o consumo por pessoa pode chegar a 200 litros, ultrapassando o limite definido pela ONU, que é de 110 litros. Diante de tal exposto, mostra como o ser humano não se importa com impactos que a excasses de água acarretará para as gerações futuras. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreend-se portanto, a nescessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministro de estado do meio ambiente, Ricardo Salles, delimitem o gasto de água por pessoa a 110 litros por dia, e em caso de restrição de até 20%, deverá ser aplicada uma multa, além dos 20 porcento cortará o abastecimento por um dia, afim de dar tempo para as reservas de água se manterem equilibradas e aumentarem seu volume. Assim, consolidará uma sociedade mais consciente a respeito da excasses.