Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 11/04/2021
Desde o século XX, países como a Palestina e Israel travam guerras para o uso das águas do Rio Jordão, visto que são nações com pouco acesso a ela. Analogamente, a menor disponibilidade de recursos hídricos expande-se e por fatores exploratórios impacta diretamente na vida das pessoas. Sendo assim, por ser um artifício indispensável para a vida na terra, é necessário entender as causas do seu desaparecimento e seus efeitos.
Em uma primeira análise, é necessário entender os fatores que movem a falta de água, ou seja, a ausência de tratamento de seu tratamento, o alto índice de desperdício, isto é, a falta de costume de preservar os recursos hídricos, além dos problemas atmosféricos como o efeito estufa, já que, a água, principalmente em áreas mais quentes, evapora com maior rapidez. Assim, a união de intempéries ambientais, antrópicas, aliados à falta de interesse público na preservação da água, promovem a escassez hídrica incontrolável.
Desta forma, os efeitos sobre os seres humanos dependentes de água são muitos e, aparentemente, perenes. Destarte, é inevitável que as águas se tornarão improdutivas, tendo em vista que a vida se extingue pela ausência de recursos hídricos, desestabiliza qualquer atividade econômica de auto sustento, além de expor a população à grandes estiagens, principalmente em áreas marcadas pela inexistência de água como no Nordeste. Ademais, segundo o IBGE, cerca de 56% da população brasileira corre riscos de desabastecimento decorrentes do alto desperdício de água.
Assim sendo, é premente que haja intervenção do Estado para impedir que a escassez de água vire outra guerra como no Oriente Médio. Ao Ministério do Meio Ambiente, cabe a instalação de dutos subterrâneos com a capacidade de perder o mínimo de água possível no processo de distribuição, visando abastecer o Brasil uniformemente, através de construções bem distribuídas, priorizando regiões mais castigadas.