Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 13/04/2021
Na Grécia antiga, diante de sua importância para a vida, o filósofo Tales de Mileto considera a água como o princípio fundamental das coisas. E por seu mau uso e falta de valorização e acomodação populacional, está se tornando um empecilho conviver com sua escassez no século XXI. É fato que a realidade vivida -distopicamente- pela população atual pode ser relacionada à falta de distribuição, baixo índice pluviométrico … E a falta dela terá inúmeros impactos sociais, econômicos e ambientais.
Em primeiro lugar, é importante destacar a distribuição de forma desigual do recurso, nem sempre onde há maior concentração populacional possui mais água, ea superação que agrava cada vez mais a situação e possível esgotamento. No ano de 2019 foi publicado em um canal informativo, “Você Sabia?”, do YouTube sobre o “alerta vermelho” que o mundo estava passando, correspondendo ao uso excessivo dos recursos de forma desproporcional à produção. Assim, a ideia que antes ainda estava longe de acontecer, com um pouco mais de cuidado, demoraria anos para desencadear algo grandioso negativamente dito, batia à porta em menos de meses.
Consequentemente, a situação bloquearia diversas atividades necessárias para produções indispensáveis, pois se a água é um bem essencial a falta dela terá impactos jamais esquecidos. Na série “The Waking Dead”, por exemplo, a água da maioria dos locais estão todas contaminadas com resíduos das pragas apresentadas e os sobreviventes não conseguem prosseguir antes que tenham água para beber. Paralelamente com o mundo acomodado atualmente, caso não preserve o elemento essencial para a vida irá acarretar uma escassez severa e será impossível qualquer tipo de evolução. Logo, a falta culminaria em um fim doloroso e arrependido de toda população.
Portanto, é preciso que o Estado tome medidas para amenizar o quadro atual. Para o atraso da possível escassez da água, urge que a ONU faça, por meio de uma conferência reunindo países com impasses nesse âmbito, uma análise de medidas específicas em cada um segundo sua necessidade, com o firmamento no compromisso de amenizar o desperdício de água e a garantia ao saneamento básico. Incluirá também mais conscientização, de forma análoga ao Protocolo de Kyoto, para a menor emissão de poluentes. Espera-se, com essas medidas, a resolução do impasse.