Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 13/04/2021

Cerca de 50% a 75% do corpo humano é constituído por água, sendo esse recurso de vital e insubstituível na função da manutenção da vida no mundo e sua escassez ocasiona diversos problemas, como sendo algo básico, deve ser proporcionado como padrão a todas as classes, porém, com o desleixo do governo e do povo em preservar as fontes de recursos hídricos, perdas irreparáveis se tornaram reais.

Segundo a Trata Brasil, que luta pela universalização do acesso à coleta e ao tratamento de esgoto no país, apenas 38,5% do esgoto das 100 maiores cidades do país é tratado antes de ser devolvido à natureza, acarretando uma alta porcentagem de poluição descartada sem o devido tratamento e despejada em rios e lagos, garantindo uma escassez de água filtrada e limpa para o consumo humano, além da própria degradação da fauna e flora, fazendo-se necessária ainda mais leis que tragam medidas rígidas quando se fala na destruição de corpos d’água.

Ademais, segundo a Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), menos da metade da população mundial tem acesso à água potável. A irrigação corresponde a 73% do consumo de água, 21% vai para a indústria e apenas 6% destina-se ao consumo doméstico. Tornando mais explicita a falta de competência do governo em manusear o tratamento hídrico de maneira eficiente e sua distribuição perante a população.

Dado o exposto, o manuseio de distribuição a água deve ser aperfeiçoado por meio de leis criadas pelo poder legislativo que estabeleçam multas maiores ao desperdício de água e um aumento na verba destinada ao saneamento básico, para então existir um cuidado maior quanto a manutenção dos corpos d’água, contando com profissionais, haveria a criação de novas redes de esgoto que buscariam um melhor tratamento da água, facilitando a conservação desse recurso e uma distribuição maior em todo o país.