Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 15/04/2021
Impactos da escassez da água no século XXI
Na obra literária “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, evidencia-se a continuação do anseio pela existência humana para a obtenção de direitos universais incontestáveis: a água. A escassez desse tipo de recurso hídrico tornou-se um problema eterno e tem atormentado a sociedade contemporânea à medida que sua demanda e consumo aumentam. Portanto, na aquisição desse recurso, é necessário mudar esse uso desregulado e combater a desigualdade.
O uso exagerado ao nível individual e familiar aumentou as áreas económicas, como agricultura e indústria, aliadas ao consumo exagerado e descontrolado, e sabendo que a sua distribuição é diferente, por isso algumas áreas tiveram escassez de água, como a região Norte. África e várias outras regiões do planeta, como São Paulo e o Distrito Federal do Brasil.
Em primeiro lugar, o chamado “consumo virtual” é um motivo para o uso irresponsável da água. Ou seja, o volume líquido utilizado na fabricação de um produto (como carro ou jeans) precisa de 11 mil litros para atingir a tonalidade desejada. Nesse sentido, intuitivamente sentimos que esse desperdício de compostos inorgânicos não provém apenas do descuido dos cidadãos, pois a indústria tende a ter falta deles, e o objetivo é promover os lucros comerciais do sistema capitalista de produção.
Além disso, o Brasil enfrenta uma crise hídrica, principalmente no estado de São Paulo, que sofre com o esgotamento da Represa Canteira. Esse fato, aliado à falta de chuvas e à necessidade de atender às necessidades da população, promover o processo de compreensão e controle da distribuição da água em determinados dias da semana. Porém, mesmo que a mídia volte para as regiões mais desenvolvidas economicamente do país, o Nordeste vive muitos anos e carece de um suprimento total desse líquido.
Do exposto, pode-se ver claramente que a água é um bem indivisível da vida. Sob tais circunstâncias, é imperativo que a sociedade nunca pare. Para tanto, o governo deve formar e emendar leis vigentes por meio do Ministério do Meio Ambiente, cujo objetivo é fundamental reduzir o uso de água industrial sem prejudicar o desenvolvimento econômico. Além disso, a presença de inspetores para coibir violações é benéfica. Portanto, a situação atual será equilibrada e não terá mais um efeito contraproducente nas futuras gerações.