Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 05/08/2021
Promulgada em 1988, a Constituição Federal brasileira garante a todos os indivíduos os direitos fundamentais à educação e à saúde. Conquanto, os altos índices de escassez da água em cenário mundial desenvolvem inúmeras adversidades, as quais ocorrem não só pelo grande desperdício hídrico em diversos países, mas também em razão da invisibilidade midiática a respeito desse assunto. Assim, é necessário entender alguns aspectos que envolvem essa temática de modo a configurar uma resolução para essas problemáticas.
Primeiramente, é imprescindível mencionar que a educação é um dos principais fatores no desenvolvimento de uma nação. Segundo o britânico Sir Arthur Lewis, o investimento na educação possui retorno garantido, a partir disso, observa-se que a carência de debates em colégios sobre a economia de água torna-se um dos responsáveis pelo gasto desnecessário dessa matéria-prima, pois evidencia uma falta de instrução direcionada aos jovens. Por conseguinte, essa coletividade transforma-se em adultos desprovidos de conhecimentos quanto a esse tópico e, como resultado, aumenta a dificuldade de alcançar uma sociedade integrada. Dessa forma, é preciso buscar meios de mitigar esse óbice por intermédio do ensino nas escolas.
Ademais, é de suma importância salientar a precária visibilidade dos veículos midiáticos como um dos impulsionadores desse impasse. De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, 35% da população mundial não tem acesso à água tratada, sendo assim, é fundamental ressaltar que a precariedade de matérias relacionadas a esse empecilho nos meios de comunicação cooperam para a inexistência de conscientização sobre a importância de preservar os recursos hídricos. Como reflexo disso, caracteriza-se um dano ao bem-estar de uma parcela do corpo social, já que a desinformação quanto à segurança da água influencia na falta deste mesmo mecanismo em regiões emergentes. Logo, é indispensável ter essa situação resolvida por meio da solução desse problema.
A partir das considerações feitas, fica evidente que a escassez da água é uma realidade em plano mundial, por isso é essencial superar as objeções que esse tema propõe. Portanto, o Ministério da Educação, como órgão responsável pela administração e promoção de educação no país, deve criar um projeto com o objetivo de integrar matérias relacionadas à saúde pública em instituições educacionais, ainda, as ONGs devem realizar propagandas advertindo às pessoas acerca desse obstáculo. Essa ação pode ser feita com palestras mediadas por biólogos em escolas e, concomitantemente, recorrendo às divulgações em redes sociais com a finalidade de instruir a forma adequada de lidar com essa circunstância. Nesse sentido, será possível assegurar uma melhoria desse aspecto no Brasil.