Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
Durante o Egito Antigo, a natureza era muito bem cuidada, pois os elementos dela representavam deuses para o povo. Entretanto, com o passar dos anos essa perspectiva foi alterada, os seres humanos utilizam os artifícios naturais de forma exacerbada sem pensar na escassez desses, como fazem com a água. Desse modo, esse quadro é fruto de um problema, seja pela não preservação do recurso hídrico, o que gera uma insuficiência dele e provoca diversos impactos na saúde dos indivíduos.
Nesse sentido, as pessoas utilizam a água de maneira equivocada. Conforme Albert Schweitzer, filósofo, vive-se em uma época perigosa, o homem domina o meio ambiente antes de dominar a si mesmo. Dessa forma, os indivíduos usam o recursos hídrico com desperdício ou poluem-o. Por exemplo, jogam lixos em rios, ao precisarem de água usufruem mais que o necessário e não aproveitam novamente esse elemento. Com isso, muitas vezes, o abastecimento e o consumo desse artifício natural fica mais dificultado, pelo fato de não ter o líquido em questão para ser cuidado ou o tratamento terá que ser mais intenso. Assim, a falta de água vira uma realidade, o que causa diversos impactos.
Por consequência desses fatos, muitos indivíduos vivem com a ausência desse recurso. De acordo com o Instituto Trata Brasil, cerca de 35 milhões de brasileiros não possuem admissão à água. Em vista disso, essa situação é comum por causa da escassez desse meio, que não é tratado como no Egito Antigo. Então, há as doenças que são desenvolvidas nas vítimas desse problema, como: cólera, leptospirose e esquistossomose, enfermidades que teriam os ciclos interrompidos caso houvesse um acesso ao elemento natural. Dessarte, esse artifício hídrico é essencial para o uso doméstico e higiênico, a falta dele prejudica diretamente a saúde de diversos cidadãos.
Portanto, medidas devem ser tomadas para amenizar essa adversidade. Logo, cabe ao Poder Legislativo a tarefa de intensificar a Lei Nº 9.605, que é contra as ações lesivass à natureza, por meio de uma maior fiscalização, aumento das multas e foco para as poluições e desperdício do recurso hídrico, à vista de haja uma maior preservação e diminuição da escassez de água. Ademais, compete ao Ministério da Saúde, órgão responsável por essa área, o dever de realizar projetos com os cidadãos que tiveram doenças causadas pela ausência desse elemento natural, por intermédio da contratação de médicos especializados que farão todos os tratamentos necessários e disponibilizarão os medicamentos, por via do Sistema Único de Saúde, a fim de que essas pessoas possam vencer essas barreiras. Dessa maneira, espera-se que a visão do filósofo Albert Schweitzer, não seja mais uma realidade.