Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 26/08/2021

De acordo com John Locke, filósofo inglês, o Estado deve, por  um contrato social, garantir à sociedade os direitos básicos, como a vida e bem-estar social. No entanto, quando se observa os impactos da escassez de água, percebe-se que a ideia de Locke é refutada, tendo em vista que, a negligência do Estado em conjunto com o descaso da sociedade. Assim faz-se imprescindível não só uma análise das causas, como também das possíveis soluções para o impasse.

A princípio, segundo Norberto Bobbio, filósofo italiano, a dignidade humana é uma virtude pertencente ao ser humano, por isso, o direito ao respeito e à consideração lhe é cabível por parte do Estado. Entretanto, o Estado se faz ausenta na execução desse poder. Devido à má distribuição dos recursos públicos, poluição e desmatamento. Desse modo, é inadmissível que está situação perdure.

Além disso, vale salientar que o descaso da população, com o desperdício e poluição também tem grande valor para uma crise hídrica. Tais ações já foram argumentadas por Pitágoras, onde fala, “Educai as crianças para que não seja preciso punir os adultos”. Deixando claro, que uma má formação dos futuros cidadãos pode resultar em pessoas sem apreço pelo meio-ambiente. Como consequência, nota-se tempos de seca e transtornos hídricos, se tornam mais frequentes.

Logo, medidas são necessárias para resolver essa problemática. Portanto, cabe ao Governo Federal investir em projetos e leis visando uma proteção da flora nacional, na finalidade de proteger pequenas e grandes nascentes em todo o território. Ademais, cabe ao Governo Federal, ainda, na forma de Ministério da Educação, promover palestras e matérias em todas as escolas do Brasil, de modo a proporcionar cidadãos conscientes de seus atos e defensores do meio-ambiente. Espera-se, que com estas ações, que a ideia de Locke possa ser concretizada na sociedade.