Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
É sabido que a água é um recurso natural renovável e auxiliador em diversos aspectos como: lubrificação das estruturas corporais e dissolução e transporte no organismo do indivíduo. A escassez dela pode ser relacionada com a precariedade do saneamento básico em alguns lugares, como retratado no livro de Monteiro Lobato “Problema vital, Jeca Tatu e outros textos”. Nele é retratada a história de personagens que ao morarem em um local insalubre no nordeste brasileiro, enfrentam certas doenças sem a colaboração necessária para serem tratadas e cuidadas.
Em primeiro plano, cita-se a respeito da entrevista realizada pelo G1 a respeito das medidas julgadas como insuficientes para lidar com a crise hídrica. Segundo ela, estima-se que em novembro de 2021 os reservatórios estarão com 10% de água. Há negociação de energia com países e criação de programas para quem consome em larga escala. Contudo, não aparenta bastar, ainda mais com pouca quantidade de tempo para prover esses critérios.
Ademais, enquanto existem diversas regiões que não possuem acesso completo a rede hídrica, - como em alguns países africanos e cidades brasileiras nordestinas -, há aquelas que abusam desse - como o Canadá e o Japão. Nesses locais mais precários, não ocorre o devido saneamento básico muito menos a potabilidade da água e isso afeta o lado social da população além de comprometer a saúde dos cidadãos que moram nas proximidades.
Logo, é imprescindível que a Organização das Nações Unidas promova planos de longa duração. Como uma campanha que todos os países participem de maneira ativa. Com planos futuros e expectativa de diminuir o consumo exagerado, sem compromissar a vida mundial. Cabe também a cada Ministério do Meio Ambiente de todo país gerar multas para quem estiver com as tarifas em bandeiras vermelhas, criar métodos de reutilização da chuva, como produzir e disponibilizar mais calhas que ficam nos telhados dos estabelecimentos.