Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
A obra modernista Vidas Secas, de Graciliano Ramos, retrata uma família de retirantes que são obrigados a se deslocar por vezes, como resultado da seca. Nesse sentido, no século XXI, destacam-se os atos administrativos da má gestão do governo brasileiro aos recursos hídricos, medicina à agricultura somados aos efluentes sem tratamento, despejados em locais indevidos.
De certo que a agricultura é um setor essencial que compreende grande parte do território nacional desse modo, o uso da função desempenhado por tal setor se destaca. Contudo, é visto que cerca de 72% da água captada no país vai para a produção agrícola, segundo a ANA (Agência Nacional de Águas). E as consequências da falta de água para a população são refletidos nas hidrelétricas, como quais competem 70% da eletricidade gerada no pais. Por conseguinte, elevando também o preço da eletricidade no território.
Ademais, dentre o percentual distribuído por população, há uma presença de efluentes despejados em rios e lagoas. De modo que, além de tornar a água supria para o consumo a fontes desses recursos gera a eutrofização, dada ao aumento de material orgânico na água, leva os peixes e as demais vidas naquele local que depende do oxigênio, ao sufocamento. O despejo de esgoto nos rios contribui também, para a proliferação de doenças presentes nas fezes humanas, como a esquistossomose.
Destarte, incube ao governo o tratamento das águas pertencentes ao território brasileiro com o uso dos recursos públicos voltadas à saúde para a construção de grandes tratamentos de esgoto com a desenvolvimentos de valorizar uma parcela hídrica destinada a população, para que os mesmos não sejam relatórios a uma crise semelhante à ocorrida em São Paulo em 2014. Cabe também, aos produtores agrícolas o uso de técnicas como o gotejamento entre outras que façam a distribuição em larga escala, a fim do menor desperdício e como consequência, incentivo na melhor distribuição territorial.