Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 28/08/2021

Na grécia antiga, diante de sua importância para a vida, o filósofo tales de mileto considerou a água como o princípio fundamental das coisas. e, hodiernamente, apesar de ser essencial, sua escassez tem se agravado no brasil e no mundo, o que acarreta em intempéries humanitárias e econômicas. deve se pontuar, de início, que a ineficiência do estado no que tange a garantia do saneamento básico, em diversas regiões brasileiras, é um infortúnio, sendo evidenciado pelo mau processamento da água, falta de encanamento e o seu despejo inadequado, como em rios e próximo a habitações. em virtude disso, o consumo de sua forma não potável gera, sobretudo, danos ao organismo, ocasionando patologias como a amebíase, tendo como agente etiológico um protozoário que causa danos ao trato intestinal. convém ressaltar, que o uso desmedido da água é um agravante, especialmente, no setor agrário no brasil e no âmbito industrial em grande parte do mundo. outrossim, isso fundamenta-se no conceito de “água virtual”, que é a quantidade em litros contida na fabricação de um produto, no qual, segundo dados do portal g1-globo na internet, 14.500litros são usados no processo de 1 kg de carne de boi, o que é um alarde diante da quantidade de carne consumida diariamente. todavia, em regiões com demasiada escassez o desenvolvimento econômico e social é comprometido, pois, toda quantidade obtida, por poços artificiais, ou quando há chuva, nas regiões secas, é utilizado para subsistência. é evidente, portanto, que a falta de água em certos locais e abundância dessa noutros, somado ao uso incorreto, atenua as desigualdades sociais. logo, é aconselhável que seja realizado uma conferência instituída pela onu, reunindo países com impasses nesse âmbito, como o brasil, estados unidos, canadá, china e seja feita uma análise de medidas especificas em cada um segundo sua necessidade, com o firmamento no compromisso de amenizar o desperdício de água e a garantia ao saneamento básico. portanto, que ocorra de forma análoga ao protocolo de kyoto, no qual nações se comprometeram a reduzir as emissões de poluentes. paulatinamente.