Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

No filme  Mad Max: Estrada da Fúria, é retratado como o Imperador imortal pelo qual administra os seus recursos, como a água, comida e combustível. Nesse sentido a narrativa revela que depois de anos sem a preocupação  com o desperdício da água,  a população não tem o que comer e nem beber sem a liberação do Imperador imortal. Fora da ficção, é de fato que o  saneamento básico e água potável são essenciais para a redução da pobreza e do aumento do desenvolvimento sustentável.

Sob esse viés, é importante destacar que diversas pessoas não sabem gerenciar o seu consumo de água. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são necessárias 50 a 100 litros de água, por dia, para uma pessoa satisfazer das suas necessidades mais básicas. Sendo assim esse uso inadequado da água impacta tanto nos sistemas econômicos, como no sistema agrícola e social. Além disto, segundo  a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), 70% de toda a água consumida no mundo é usada na irrigação das lavouras, na pecuária e na agricultura.

Isso demonstra, portanto, que os efeitos na falta da administração da água pode trazer consequências drásticas na sociedade. De jeito que a falta de água tem impacto na produção de energia proveniente de hidrelétrica, uma vez que as reservas secam, pode faltar energia e pode ocorrer o aumento no preço a se pagar. Paralelamente a falta da água pode prejudicar  também  o turismo, resultando então nas crises econômicas de uma região. Logo é importante a mudança nos hábitos para o combate ao desperdício.

Portanto, é preciso que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Cabe ao Governo Federal estimular a economização de água, por meios de propragandas e concientização na educação. Isso deve ser feito  por meio de parceria com o Ministério da Educação. Além do mais, junto com o Ministério da Agricultura, cabe o governo criar meios mais sustentáveis de pouca utilização da água nas irrigações das lavouras.