Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
A obra modernista Vidas Secas, de Graciliano Ramos, demonstra uma família de retirantes que foge da seca do sertão nordestino no século XIX. Portanto, percebe-se que o impacto da escassez de água não está presente somente no século XXI, como também no passado e, provavelmente, no futuro. Tal problema continua a crescer conforme a sociedade, tende a desenvolver-se em um ritmo desenfreado, ignorando os problemas que a natureza está enfrentando hoje. Além, obviamente, do desperdício de água que muitos causam. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a escassez de água. Nesse sentido, a imensa falta de cuidado com a água por parte tanto do governo quanto das pessoas, acaba sendo um dos principais fatores para a falta d’aguá. Segundo o site G1, em 2018, houve o desperdício de 6,5 bilhões de metros cúbicos de água, o equivalente a 7,1 mil piscinas olímpicas desperdiçadas por dia.
Ademais, é fundamental apontar o desenvolvimento desenfreado como impulsionador da escassez de água no mundo. Segundo o site G1, em 2016, os maiores casos de desperdício de água estão na agricultura e na indústria, as principais áreas do desenvolvimento humano. Diante de tal exposto, a evolução deve ser controlada e seguir de acordo com a recuperação natural, pensando sempre no futuro e na preservação da natureza, isto sendo o desenvolvimento sustentável. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de organizações e da própria população, crie campanhas para evitar o desperdício, através de panfletos e propagandas, a fim de conscientizar a todos. Assim, se consolidará uma sociedade mais sustentável, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, segundo John L.