Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 26/08/2021

A constituição de 1988, documento jurídico mais importante do país em ser artigo 6º, o direito a água como inerente a todo cidadão brasileiro. Contanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática, quando se observa a escassez da água no século XXI, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se indispensável a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, podemos ver problemas sociais crescendo, como a segurança alimentar, que conforme pesquisa realizada pelo IBGE, cerca de 37% da população brasileira sofre dessa, devido a ausência de medidas para combater os impactos da escassez de água. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de um direito imprescindível, como a água, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o crescimento populacional como impulsionador da escassez de água no Brasil. Segundo o “saopaulo.sp.gov.br” nos próximos anos, mais de 3 bilhões de pessoas viveram com a realidade desse problema. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o governo, por meio de planos governamentais, crie progamas afim de acabar com a escassez da água. Assim, se consolidará uma sociedade mais igualitária, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.