Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 26/08/2021

Na Grécia antiga, dada a sua importância para a vida, os contos do filósofo de mileto consideravam a água o princípio básico das coisas. Hoje, embora essencial, sua escassez se agravou no Brasil e no mundo, causando uma tempestade humanitária e econômica. Em primeiro lugar, é importante destacar que, em várias regiões do Brasil, a ineficiência do país em garantir o saneamento básico é lamentável, evidenciada pelo mau tratamento da água, falta de dutos e descarte insuficiente (como rios). Para a habitação, portanto, a ingestão de sua forma de alimento não potável causará, em primeiro lugar, danos ao organismo, levando a patologias como a amebíase.O patógeno é um protozoário que danifica o trato intestinal.

Ressalte-se que o uso excessivo de água é um agravante, principalmente no setor agrícola no Brasil e no setor industrial em grande parte do mundo. Além disso, é baseado no conceito de “água virtual”, ou seja, a quantidade de água no processo de fabricação do produto. Segundo dados do portal g1-globo na Internet, são utilizados 14,5 mil litros para 1 kg de carne bovina. Levando em conta a quantidade de carne consumida todos os dias, isso é uma espécie de devassidão. No entanto, em áreas com extrema escassez de recursos, o desenvolvimento econômico e social é prejudicado porque todo dinheiro obtido em poços artificiais, ou quando há chuva em áreas áridas, é usado para sustentar a subsistência.

Portanto, está claro que a escassez de água em alguns locais e a abundância de recursos hídricos em outros, associada ao uso incorreto, enfraquecerão a desigualdade social. Logo, é aconselhável que seja realizado uma conferência instituída pela onu, reunindo países com impasses nesse âmbito, como o brasil, estados unidos, canadá, china e seja feita uma análise de medidas especificas em cada um segundo sua necessidade, com o firmamento no compromisso de amenizar o desperdício de água e a garantia ao saneamento básico. portanto, que ocorra de forma análoga ao protocolo de kyoto, no qual nações se comprometeram a reduzir as emissões de poluentes.