Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
A água é um elemento indispensável à vida de todas as espécies e possui grande valor ambiental, social e econômico. No século 21, a escassez de água tornou-se um problema grave, principalmente devido ao desperdício no consumo dos moradores e ao aumento do uso de recursos agrícolas. Ao mesmo tempo, é importante avaliar os fatores que levam a essa situação e as alternativas para lidar com as adversidades.
Em primeiro lugar, é óbvio que os maus hábitos de consumo como tomar longos banhos, lavar carros e usar mangueiras nas calçadas são os maiores responsáveis pelo desperdício de água nas residências brasileiras, atitude que evoluirá para uma crise hídrica semelhante à fatos. O estado de São Paulo viveu essa situação entre 2014 e 2016, quando o abastecimento de água na área atingiu níveis alarmantes. Diante desse incidente, algumas mudanças relacionadas ao uso dos recursos hídricos devem ser adotadas, como a proibição da descarga das mangueiras e da distribuição de água e a superação da instabilidade.
Outro problema sério que leva à escassez de água é o uso de recursos agrícolas. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura), 70% da água é utilizada neste setor, sendo a irrigação o principal resíduo. O modelo de distribuição de bicos é amplamente utilizado devido ao seu baixo custo, mas este método consome muito fluido. Portanto, o setor agrícola também deve estar ciente da necessidade de introduzir tecnologias de irrigação mais sustentáveis.
Diante do exposto, medidas devem ser tomadas para garantir o acesso à água. Assim, é papel do governo brasileiro constantemente tomar medidas em relação ao uso residencial e agrícola. Por isso, é necessária a utilização de campanhas publicitárias nos principais meios de comunicação (Televisão, Internet), que incentivem o uso correto da água. Também é prioritário incentivar o uso de métodos agrícolas mais sustentáveis, como a irrigação por gotejamento, que é um atalho eficiente, economizando grandes quantidades de líquido em comparação com outras técnicas. Esse incentivo pode ser feito, na forma de redução de impostos para quem incorporar modelos sustentáveis em suas lavouras. Dessa forma, espera-se garantir a segurança hídrica para todos.