Impactos da escassez da água no século XXI

Enviada em 27/08/2021

Como promulgado na Lei de Conservação da Massa (lei de Lavoisier), na natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma. De maneira análoga, quando nos referimos a água, um dos vários recursos essenciais para a sobrevivência humana, podemos citar os diversos problemas que teríamos caso, de fato, esse recurso se torne “extinto” ou completamente impróprio para consumo algum dia. Nesse sentido, é de suma importância conscientizar as pessoas, criar projetos para a distribuir igualmente e também de reaproveitamento.

A priori, podemos citar o fato que a água, assim como a educação e a saúde, é um direito básico do ser humano. Entretanto, nem todos possuem a garantia de que receberão água para consumo ou mesmo para suprir as necessidades básicas. Apesar disso, em países como EUA, Canadá e Japão, o consumo de água diário é imensamente superior ao ideal recomendado pela OMS, como mostra em um gráfico divulgado pela UNIPACS. Dessa forma, verifica-se que a água que poderia ser utilizada para abastecer inúmeras famílias é “desperdiçada” em algumas regiões do globo.

Além disso, o enorme consumo hídrico das fábricas acentua a situação, tornando cada vez mais difícil reverte-la. Nessa percepção, a quantidade de água disponível para a população diminui progressivamente, quando considerado a geração de resíduos e utilização desse recurso por parte das grandes indústrias, deixando reservas próximas contaminadas e até mesmo esgotadas, forçando a comunidades locais a tomarem medidas drásticas. Ademais, muitas vezes essa água acaba não sendo devidamente tratada e reutilizada, diminuindo ainda mais a disponibilidade dela.

Diante dos fatos e dados apresentados, vale desenvolver medidas para intervir na situação e melhora-la. Assim sendo, cabe aos países do globo se juntarem para criar soluções e prevenções para o consumo exagerado e destruição da água, utilizando de profissionais qualificados que irão contribuir com os projetos e assegurarão o êxito deles, permitindo, assim, que todos desfrutem de uma qualidade de vida superior e tenham os seus direitos mínimos garantidos.