Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 26/08/2021
“Inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente.” A afirmação atribuída ao co-fundador do Greenpeace, Paul Atson, simboliza a falta de inteligência dos humanos ao usufruírem dos recursos naturais oferecidos pela Terra, como a água. Assim, tal impactos da escassez tem como origem inegável a ação descontrolada do corpo social humano. Por consequência, a escassez de água afeta mais de 40% das pessoas do mundo, um número alarmante que irá crescer com o aumento da temperatura global do planeta.
Dessa forma, cabe elencar que, segundo a ONU, mesmo após 2,1 bilhões de pessoas passarem a ter acesso à água potável e de qualidade desde 1980, a possível diminuição desse número é um problema central que impacta todos os continentes, incluindo o Brasil. Em janeiro de 2017, o Instituto Trata Brasil lançou uma reportagem, onde são entrevistados moradores e especialistas do saneamento. Os moradores culpam o poder público em meio a situações péssimas no saneamento. A realidade é demonstrada também pelos números insuficientes, principalmente de coleta e tratamento de esgoto.
Ademais, em algumas cidades do Brasil como Macapá (AP), Porto Velho (RO), Santarém (PA), Ananindeua (PA) e Rio Branco (AC) o acesso à água atende números menores que 50%. É, comumente, responsabilidade da Secretaria Municipal tratar de tais assuntos, porém a necessidade e a falta de assistência sanitária para povo o brasileiro passam por indiferença populacional para os governantes do Brasil e do resto dos países que passam por escassez de água potável e auxílio sanitário.
A melhor forma de acabar com a insegurança sanitária seria, definitivamente, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) juntamente com a Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA), aumentar a abrangência dos sistemas de esgoto e distribuidores de água potável nas regiões de escassez através da construção e fiscalização adequada de tal sistematização.