Impactos da escassez da água no século XXI
Enviada em 27/08/2021
A escassez da água afeta todo o globo, sendo mais rigorosa no continente africano e no Oriente Médio. Entretanto, no caso do Brasil a constituição prevê direitos a saúde, alimentação, educação, trabalho e outros, que na íntegra acabam não sendo cumpridas e amplificadas pela ação humana como no caso da poluição, estiagem e consumo excessivo.
Diante dessa problemática pode-se afirmar que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 2,2 bilhões de pessoas não possuem acesso à água potável e esse recurso quando disponível possui uma distribuição um tanto desigual como no caso do Brasil que detêm 12% da água doce mundial, principalmente em lençóis freáticos. Porém, é necessário afirmar a mal distribuição do líquido, cujo é utilizado em grande escala para agropecuária seguido por uso em fábricas sendo considerado o menor consumo o doméstico, segundo a Unicef.
Ademais, deve-se entender as causas dessa problemática supracitada, sendo elas a poluição de recursos hídricos com resíduos sólidos e despejamento de esgotos, como em rios e águas subterrâneas, redução da vazão de rios em épocas de secas e o consumo extremo do bem natural, por exemplo o consumo humano no Canadá que chega até 600 litros, afirmado pela Unipacs. Além disso, os problemas envolvendo o saneamento básico são fatores cruciais na falta do recurso, esse direito sanitário abrange áreas como abastecimento de água potável, tratamento de esgotos, drenagem urbana e coleta de resíduos sólidos, logo a sua ausência colabora com a falta de água.
Com isso dito, cabe ao Ministério da Saúde investir em saneamento básico eficiente, que alcance a todos e atinja todos serviços fornecidos, compele também ao Governo Federal distribuir eficientemente os recursos hídricos com o fim de diminuir o consumo excessivo do recurso. Por conseguinte, os efeitos da escassez da água podem ser mitigados eficientemente e para que a água seja de fácil acesso.